quarta-feira, 8 de abril de 2009

LOGÍSTICA - CUBAGEM




1) O que é cubagem ?

Cubagem é a relação peso X espaço que a mercadoria ocupa.
Materiais de grandes dimensões e pouco peso costumam ser cubados.
Exemplo: geladeiras, televisores 29", lavadouras de roupas, entre outros.

2) Como calcular se um material dá ou não cubagem ?

Para calcular a cubagem de um produto, deve-se primeiro certificar se o mesmo está embalado adequadamente para o transporte. Após o produto estar embalado, verifique as dimensões, sendo elas: altura, largura e comprimento.
Após obter as medidas, multiplique-as por 300 (metros cúbicos).

A razão de 300 (metros cúbicos) é padrão e utilizada no modal rodoviário, podendo a mesma ser alterada conforme negociação com o cliente.

Exemplo: uma geladeira de 80 kg que tem dimensões
1,80 X 0,60 X 0,65 x 300 = 210 kg, ou seja, o valor do frete será calculado sobre o peso de 210 kg e não de 80 kg.

Caso o valor da conta seja inferior ao peso real da mercadoria, o frete será calculado sobre o valor real da mercadoria.

3) Cubagem para frete aéreo e rodoviário são calculadas da mesma maneira.

Sim, a fórmula é a mesma ( altura X largura X comprimento X 167 )
Porém, como você pode perceber, o que muda no modal aéreo é a razão, ou seja o valor em metros cúbicos pelo qual serão multiplicadas as dimensões da mercadoria.

Exemplo: Uma geladeira de 80 kg, com dimensões 1,80 X 0,60 X 0,65 terá como peso cubado ( 1,80 X 0,60 X 0,65 X 167 = 117 ) 117 kg, peso este que será utilizado como base para o calculo do frete.



Fonte: http://www.dvaexpress.com.br/Telas/Faq/Cubagem.asp


62 comentários:

  1. Olá!! Tb sou de Ilhéus, só q agora moro em Salvador.

    Muito interessante o seu blog, parabéns!

    Sabe, estou procurando uma frase sobre adm q seja impactante e criativa. Não estou encontrando nenhuma interessante. Conhece alguma?

    Abraços,

    Andressa

    andressa_prd@hotmail.com

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  2. Muito interessante a iniciativa do Talles ... gostaria de parabenizá-lo pelo grande centro de informações que acabou sendo criado por ele e que eu tenho como um banco de dados no qual faço diversas buscas, tiro dúvidas e me atualizo com relação a economia e diversos outros temas relacionados. Um abraço e mais uma vez parabéns.

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  3. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  4. acho interessante, essa iniciativa pois algumas empresas usam a seguinte regra:
    largura x altura x comprimento / 6000 para calculo de cubagem aerea .. a propria empresa que trabalho e algmas que conheço, mas nem eles mesmos nao souberam me explicar o pq dessa regrinha.

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  5. Oi bom dia !!!
    Sou transportador de cargas e gostaria de saber se vc conhece algum programa para calculo de cubagem e gere valores...
    meu eumail é
    terminal.cargas@ig.com.br
    www.transporteecia.com.br

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  6. muito interesantes essas informações pois trabalho na area de logistica transporte de carga muito obrigadopelas informações muito intereçante mesmo.

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  7. Talles, me tira uma dúvida... pq quando cubamos um volume e multiplicamos ele pela quantidade de unidades sempre dá inferior da cubagem de todas as unidades juntas??

    Obrigado!

    fabio22cm@hotmail.com

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  8. Transvalter opera há trinta e cinco anos no transporte rodoviário
    http://www.transvalter.com.br/component/content/article/1-ultimas-noticias/80-calculo-de-cubagem-trnasvlater-transporte-de-cargas.html

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  9. Gente,

    um alerta, ok? O Fernando da Transporte e Cia, cujo site e e-mail da empresa dele são, www.transporteecia.com.br e terminal.cargas@ig.com.br, deve estar com algum problema, pois a empresa onde eu trabalho contratou o serviço de transporte e entrega da empresa dele, em outubro do ano passado, e ele ainda não fez a entrega da carga até hoje. Venho cobrando semanalmente e tenho sido feito de palhaço. O único jeito deve ser, ir até uma delegacia fazer um BO e ver o que acontece. Também estou preparando um e-mail para todos nossos parceiros e fornecedores com este alerta e denúncia. Cuidado!

    Rogério Jacyntho

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  10. boa noite como faso para compra o programa de cubagem e peso e km ond encontro
    meil marcello.secco@hotmail.com

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  11. OI Rogério,aqui é o Fernando da Transporte & cia vc é um cara inteligente até onde eu sei,vc sabe mto bem pq o seu material não tinha sido entregue,o Alexandre explicou para vc que desde outubro ele vinha conversando com a produtora Cristina Aby e solicitado a ela que enviasse por email o endereço para a entrega pois o material já tinha sido retirado de palmas e enviado a Sp liberado para a entrega,havia se passado mais de 2 meses e ninguem entrou em contato com o alexandre,somente no final de dezembro houve esse contato que vc mesmo nos ligou para saber da carga e foi te exclarecido que o material ja estava em sp,agora caso vc queira tomar suas providencias estamos a disposição...
    Só reforçando : Ninguem te fez de palhaço e pode ter certeza que ninguem faria o que a minha transportadora fez por vcs...

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  12. Sò um lembrete nosso site está fora do ar por questões burocraticos do sevidor aonde está hospedado e nosso dpto juridico já esta tomando as devidas providencias.

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  13. Oi Fernando,

    somente hoje vi sua resposta, mas é o seguinte... tenho todos os e-mails enviados pelas produtoras à vocês e gostaria de ressaltar que constam neles a informação do endereço.
    Você fez ontem, pela primeira vez, um contato comigo e me prometeu a entrega para hoje, que até as 17:22 ainda não aconteceu. Eu acreditei mais uma vez e AINDA continuo acreditando que isso possa acontecer. Somente após a entrega é que eu vou retificar o que foi escrito anteriormente.

    Abraço,

    Rogério

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  14. O Santos Futebol Clube é um clube de futebol brasileiro, fundado em 1912, com sede em Santos. Eleito pela FIFA como o melhor clube das Américas do século XX, é o único clube brasileiro a conquistar, num mesmo ano (1962), um título estadual, um nacional, um continental e um mundial.

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  15. clube é conhecido no mundo inteiro por ter revelado o "Atleta do Século" (nomeado em 1999 pelo COI[5]), Pelé,[6] que começou sua carreira no Santos em 1956, com apenas 16 anos de idade. Na década de 1960, ele foi a principal estrela da maior equipe santista de todos os tempos, que obteve várias glórias ao redor do globo, entre elas os dois Mundiais que o clube venceu em 1962 e 1963.

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  16. O Santos é o maior campeão nacional, ao lado do Palmeiras, com 8 títulos: 5 Taças Brasil (1961-1965), 1 Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1968) e 2 Campeonatos Brasileiro (2002 e 2004); desbancando o São Paulo Futebol Clube e o Clube de Regatas do Flamengo, com 6 títulos de Campeão Brasileiro cada um. A CBF reconheceu oficialmente esses torneios no dia 13 de dezembro de 2010.[7][8][9].

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  17. O Santos FC, em sua fase áurea, conquistou 9 títulos consecutivos entre 1961 e 1963.[10] De 1960 a 1969, período de 10 anos, conquistou nada menos que 22 títulos oficiais, um recorde entre times brasileiros. Estes são eles

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  18. 1960 Campeonato Paulista
    1961 Campeonato Paulista e a Taça Brasil
    1962 Campeonato Paulista, Taça Brasil, Taça Libertadores da América e a Mundial Interclubes;
    1963 Torneio Rio-São Paulo, Taça Brasil, Taça Libertadores e a Mundial Interclubes;
    1964 Campeonato Paulista, Torneio Rio-São Paulo e a Taça Brasil;
    1965 Campeonato Paulista e a Taça Brasil;
    1966 Torneio Rio-São Paulo
    1967 Campeonato Paulista
    1968 Campeonato Paulista, Torneio Roberto Gomes Pedrosa e a Recopa dos Campeões Mundiais;
    1969 Campeonato Paulista

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  19. Em 20 de janeiro de 1998, o Santos tornou-se a primeira equipe na história do futebol a alcançar a marca de 10 mil gols (gol do meio-campista Jorginho). Em 26 de agosto de 2005, atingiu a marca de 11 mil (gol do atacante Geílson).[11]

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  20. HistóriaFoi no início do século XX que a Cidade de Santos começou a realmente ser de grande importância para o Brasil. O porto despontava como um dos maiores do mundo. Por ele, passava a maior parte do café, produto forte na época, exportado pelo país. A vida social do município crescia rápido movida ao dinheiro dos barões do café e de seus negócios milionários com o porto. Em 1912, Santos já era a principal cidade exportadora de café do mundo.[12] Os negócios iam bem e a cidade atraía cada vez mais o dinheiro dos fazendeiros do Interior

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  21. Apesar de na época os esportes aquáticos tais como o remo serem os mais praticados pelos jovens, já havia equipes da cidade fortes o bastante para disputarem com destaque o Campeonato Paulista de Futebol (criado em 1902): o Sport Clube Americano, fundado em 1903 e o Clube Atlético Internacional, fundado em 1902. O Internacional foi extinto em 1910 e o Americano mudou sua sede para São Paulo, deixando alguns praticantes descontentes e que decidiram então criar o seu próprio clube na cidade.

    Assim, em 1912 Mário Ferraz, Argemiro de Souza e Raymundo Marques fundaram o Santos Futebol Clube

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  22. Apesar de na época os esportes aquáticos tais como o remo serem os mais praticados pelos jovens, já havia equipes da cidade fortes o bastante para disputarem com destaque o Campeonato Paulista de Futebol (criado em 1902): o Sport Clube Americano, fundado em 1903 e o Clube Atlético Internacional, fundado em 1902. O Internacional foi extinto em 1910 e o Americano mudou sua sede para São Paulo, deixando alguns praticantes descontentes e que decidiram então criar o seu próprio clube na cidade.

    Assim, em 1912 Mário Ferraz, Argemiro de Souza e Raymundo Marques fundaram o Santos Futebol Clube

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  23. Primeiros anosHavia menos de 20 anos que o jovem Charles Miller, precursor do futebol no Brasil, havia aportado em Santos com as duas primeiras bolas de futebol utilizadas no País, quando três esportistas santistas resolveram fundar um clube de tal esporte.

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  24. A fundação do Santos Futebol Clube deu-se a 14 de abril de 1912, domingo, por iniciativa de Raymundo Marques, Mário Ferraz de Campos e Argemiro de Souza Júnior, três esportistas da cidade, que convocaram uma assembleia, por volta das 14 horas, na sede do Clube Concórdia (localizado na Rua do Rosário - atual Avenida João Pessoa), para a criação de um time de futebol. Durante a reunião, foi discutido o nome para a agremiação, dentre as sugestões estavam: Concórdia, Euterpe e Brasil Atlético. Mas os participantes da reunião, por unanimidade, aceitaram a proposta de Edmundo Jorge Araújo: a denominação Santos Foot-ball Clube. O primeiro presidente do clube, eleito na reunião, foi Sizino Patuska (que tinha participado da fundação do Internacional e sido fundador do Americano).

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  25. Na mesma reunião foram decididas as cores do clube. O uniforme oficial escolhido era constituído por uma camisa com listras verticais azuis e brancas, separadas por um fio dourado, em homenagem ao Clube Concórdia, local daquela reunião

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  26. Algumas horas depois na noite do dia em que nascia o clube, o Titanic batia contra um iceberg onde afundaria nas águas geladas do Oceano Atlântico Norte duas horas e vinte minutos depois da colisão já na madrugada do dia 15. Um grande titã mundial substituía o outro. E não haveria data melhor para nascer o clube que dominaria o futebol mundial por muitos anos. Isso porque, em 14 de abril de 1895, portanto 17 anos antes, aconteceu a primeira partida de futebol no Brasil, organizada por Charles Miller

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  27. O primeiro jogo-treino[2] foi realizado no dia 23 de junho, contra um combinado chamado Thereza Team. O Alvinegro, até então tricolor, venceu por 2 a 1, com gols marcados por Anacleto Ferramenta da Silva e Geraule Moreira Ribeiro. O primeiro jogo oficial[2] ocorreu apenas em 15 de setembro daquele ano. O Santos venceu na estréia o Santos Athletic Club por 3 a 2. O primeiro gol oficial da história do clube foi marcado por Arnaldo Silveira.

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  28. Ari Patuska, filho do primeiro presidente do clube, Sizino Patuska, foi o primeiro brasileiro a jogar em um clube estrangeiro.[13] Como era costume naquele tempo, Ari Patuska havia sido mandado por seu pai para estudar na Suíça. Lá, entrou para o Brühl St. Gallen e foi campeão suíço de futebol, chegando até a jogar na seleção helvética. Depois de quatro anos na Europa, retornou ao Santos. Foi o artilheiro do time em 1915, com 19 gols.

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  29. O ataque dos 100 golsDe 1921 a 1926, o Santos fez campanhas fracas no Campeonato Paulista, mas foi o período necessário para o surgimento da primeira geração do que se tornaria uma tradição no Alvinegro: descoberta e criação de jovens talentos.


    Araken Patusca, um dos primeiros grandes ídolos do Santos.A equipe de jovens garotos que formaria o ataque dos 100 gols, consagrando o Santos no cenário nacional, começou a ser gerada em 1923 com a chegada do jovem Araken Patusca, então com 16 anos. Na mesma época entraram para a equipe outros atletas de baixa idade.

    Quatro anos após a chegada desses jovens, e com a inclusão de alguns nomes como o do extraordinário artilheiro Feitiço, o Santos estreava no Campeonato Paulista aplicando uma goleada, o que se repetiria por diversas vezes na competição. A vítima foi a equipe do Ypiranga, o jogo ficou em 12 a 1, com 7 gols de Araken. Foi o recorde de gols em uma única partida, só sendo superado 37 anos depois por Pelé.

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  30. Durante toda a disputa estadual o clube venceu por placares elásticos, o que resultou em 100 gols pró, média de 6.25 gols por partida. Mas a excelente campanha não foi coroada. No último jogo, quando o Peixe precisava de apenas um empate, foi derrotado pelo Palestra Itália, por 3 a 2, em partida muito conturbada. O Santos seria ainda vice-campeão em 1928 e 1929, sempre fazendo muitos gols. Em 1931 foi novamente vice-campeão, mas Araken não estava mais no clube (retornaria em 1935).

    O ataque que entrou para a História como a famosa "linha dos 100 gols" era formado por Siriri, Camarão, Feitiço, Araken e Evangelista. Essa escalação foi ouvida por décadas, repetidas como um verso popular pelos torcedores de futebol de várias partes do país.

    O marco histórico do ataque dos 100 gols foi resultado de um trabalho de características que, mais tarde, valeriam um trecho do hino oficial do clube: "Técnica e Disciplina".

    Os lendários substantivos surgiram após dois confrontos amistosos contra a equipe do Vasco da Gama, onde o Peixe venceu os dois jogos, e foi chamado por jornalistas de o "Campeão da Técnica e da Disciplina".

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  31. Campeão Paulista de 1935Desde os primeiros anos de existência, o quadro de futebol do Santos obteve êxitos memoráveis, tanto em jogos locais como internacionais mas demoraria para conquistar o primeiro título importante, pois bastava superar a estrutura de seus rivais estaduais da Capital, que contavam com grande torcida, força política e financeira.

    O inédito título de campeão estadual, o mais importante que disputava - já que as competições nacionais ainda eram incipientes -, aconteceu em 1935, após um declínio dois anos antes, em razão do início do profissionalismo no futebol brasileiro.

    A final daquele campeonato aconteceu em 17 de novembro, no Parque São Jorge, casa do rival. O resultado foi 2 a 0 contra o Corinthians,que já não lutava pela taça. O Corinthians enfrentaria ainda o Palestra Itália na rodada seguinte, e caso ganhasse do Santos e perdesse para o Palestra, haveria uma final desempate entre Santos e Palestra Itália. Os gols foram marcados por Raul Cabral Guedes e Araken Patusca. Assim, o Santos FC conquistava seu primeiro título paulista.

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  32. Era Pelé
    Pelé, craque revelado pelo Santos FC, que mais tarde seria conhecido como "O Rei do Futebol".O prenúncio da grande fase do Santos FC começou em 1955, quando voltou a ser campeão paulista, com um time em que se destacavam, entre outros, Zito, Ramiro, Formiga e Vasconcelos.

    Em 1956, chegaria à Vila Belmiro, trazido pelas mãos de Waldemar de Brito, o menino Pelé, de 15 anos, que deu de novo impulso à história do Santos, levando-o a conquistas que enalteceram o futebol brasileiro no planeta. O time do Santos vinha de grandes campanhas, sendo bicampeão paulista em 1955-1956, apresentando os craques Pepe e Zito, dentro outros. Com Pelé, o time se tornaria um dos maiores da História.


    O glorioso Santos da década de 1960Pelé marcou seu primeiro gol com a camisa do Santos num amistoso com o Corinthians de Santo André, jogo em que o time da Vila Belmiro venceu por 7 a 1. Em 1958 ganhou seu primeiro Campeonato Paulista, estabelecendo como artilheiro o recorde de 58 gols que permanece até hoje. Neste Campeonato Paulista, o Santos marcou 143 gols.

    O Santos com Pelé continuou nos anos seguintes a ganhar todas as principais competições que disputava. Em 1959, a conquista do primeiro Torneio Rio-São Paulo e o vice-campeonato da Taça Brasil. Em 1960, mais um paulista. De 1961 até 1965 a hegemonia do futebol brasileiro com cinco Taças Brasil. Em 1962 e 1963, o bicampeonato sul-americano da Copa Libertadores da América e o bicampeonato Mundial. Só não ganhou todos os Campeonatos Paulistas de 1958 até 1969 pois o Palmeiras, time conhecido na época por "Academia", conseguia interromper a sequência de tempos em tempos. Em 1967 o Santos ganharia novamente o Campeonato Paulista e daria início ao seu segundo tri-campeonato da competição. Em 1968 o time com grandes revelações como Clodoaldo, Edu, Abel e Toninho Guerreiro voltaria a conquistar outra série de títulos nacionais e internacionais, como a Recopa Mundial de Clubes Campeões de 1968.[14]


    Troféu da Copa Libertadores da América de 1962.No ano de 1969, as conquistas e a fama do Santos eram tão grandes que, em uma excursão pela África, a guerra no Congo Belga, atual República Democrática do Congo, entre forças de Kinshasa e de Brazzaville, foram suspensas para que as cidades pudessem assistir aos jogos do time. Logo após as partidas e as homenagens, o conflito recomeçou.[15] Este evento serviu claramente de inspiração para o "Amistoso da Paz", realizado entre as seleções de Brasil e Haiti, em 18 de agosto de 2004.[16] Mas a partir de 1970 a fase hegemônica e dos títulos seguidos acabaria.

    Com dívidas devido a investimentos que não deram certo, como o do Parque Balneário, o clube ia vendo seus craques saindo. Compromissos com a CBD para a eleição de João Havelange para presidente da FIFA obrigaram o time a sucessivas excursões por todo o globo, desde a África até a Arábia, o que refletiu no fraco desempenho do time nos campeonatos internos. Em 1973, o Santos ganhou o último Campeonato Paulista com Pelé. Competição que teve uma final muito conturbada, acabando na disputa por pênaltis contra o time da Portuguesa. O erro histórico do árbitro Armando Marques, que encerrou as cobranças quando o Santos vencia por 2 a 0, mas ainda com possibilidade de empate por que restavam ainda duas cobranças da Portuguesa, atrapalhou a conquista certa (Pelé ainda não havia feito sua cobrança), fazendo com que o título daquele ano fosse dividido entre os dois clubes.

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  33. Pós-Pelé
    Serginho Chulapa, artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1983.Após a Era Pelé, o Santos continuou seu caminho de glórias. Em 1978, o técnico e ex-atleta do Santos Formiga formou um time campeão. Os "Meninos da Vila", apelido dado pela juventude dos atletas da equipe, conquistaram o Campeonato Paulista de 1978. Destacaram-se na época Juary, Nílton Batata, Pita, Aílton Lira, entre outros. Em 1983 o Santos montou uma equipe forte trazendo para a Vila jogadores consagrados como Serginho Chulapa e Zé Sérgio (do São Paulo) e Paulo Isidoro (do Atlético Mineiro) e conseguiu disputar a final do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1983 com o Flamengo de Zico, vencendo a primeira partida no Morumbi por 2x1. Mas na final do Maracanã, jogando com alguns desfalques, o Santos acabou apenas com o vice-campeonato.

    Com o reforço do goleiro Rodolfo Rodriguez, a equipe confirmaria sua competitividade e se sagraria campeã do Campeonato Paulista de 1984. Após esse título, o Santos só voltaria a uma final de campeonato nacional de futebol em 1995, enfrentando o Botafogo. O Santos vinha animado após uma vitória histórica para o clube na partida semifinal contra o Fluminense, por 5x2, com grande atuação do ídolo santista da época Giovanni. Mas na final contra o Botafogo, o Santos empatou e acabou novamente com o vice-campeonato, num jogo em que a arbitragem foi grandemente contestada (os santistas reclamam do árbitro Márcio Rezende de Freitas a anulação do gol do ponta santista Camanducaia e também a validação do gol em impedimento do botafoguense Túlio Maravilha).

    O Santos voltaria aos títulos vencendo o Torneio Rio-São Paulo de 1997 e a Copa Conmebol (precursora da atual Copa Sul-Americana)[17][18][19] de 1998, derrotando o Rosario Central da Argentina na final. Foi vitoria 1-0 na Vila Belmiro, com gol marcado pelo Claudiomiro, e empate 0-0 no Estádio do Rosario Central.

    Século XXI
    Émerson Leão, técnico que levou a equipe do Santos até a conquista do Brasileirão de 2002 e levou a equipe até a final da Libertadores de 2003.A maior conquista do Santos, excluindo-se os títulos, foi o reconhecimento internacional obtido com a honraria de ser considerado o "Clube do Século XX nas Américas", em eleição da FIFA que premiou, no fim dos anos 1990, os melhores clubes de futebol da História (além do Santos, o Real Madrid foi considerado o "Clube do Século XX") e os melhores jogadores, com Pelé recebendo, enfim, a "oficialização" do título que por tanto tempo o acompanhou.

    Em 2002, ano em que o clube completou 90 anos, o Santos conquistou pela sétima vez o Campeonato Brasileiro, maior título nacional desde 1959. O time que conseguiu a conquista foi, basicamente, formado na Vila Belmiro, montado pelo treinador Emerson Leão. Os novos "Meninos da Vila" viraram febre no Brasil inteiro e a dupla Diego e Robinho se tornou símbolo de um futebol vistoso e alegre, junto de Renato, Elano, Alex e Léo. No ano seguinte, com a base mantida, o Peixe chegou aos vice-campeonatos da Libertadores e do Campeonato Brasileiro.

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  34. Século XXI
    Émerson Leão, técnico que levou a equipe do Santos até a conquista do Brasileirão de 2002 e levou a equipe até a final da Libertadores de 2003.A maior conquista do Santos, excluindo-se os títulos, foi o reconhecimento internacional obtido com a honraria de ser considerado o "Clube do Século XX nas Américas", em eleição da FIFA que premiou, no fim dos anos 1990, os melhores clubes de futebol da História (além do Santos, o Real Madrid foi considerado o "Clube do Século XX") e os melhores jogadores, com Pelé recebendo, enfim, a "oficialização" do título que por tanto tempo o acompanhou.

    Em 2002, ano em que o clube completou 90 anos, o Santos conquistou pela sétima vez o Campeonato Brasileiro, maior título nacional desde 1959. O time que conseguiu a conquista foi, basicamente, formado na Vila Belmiro, montado pelo treinador Emerson Leão. Os novos "Meninos da Vila" viraram febre no Brasil inteiro e a dupla Diego e Robinho se tornou símbolo de um futebol vistoso e alegre, junto de Renato, Elano, Alex e Léo. No ano seguinte, com a base mantida, o Peixe chegou aos vice-campeonatos da Libertadores e do Campeonato Brasileiro.


    Robinho, um dos jogadores responsáveis pelo título do Santos pelo Campeonato Brasileiro de 2002.Em 2004, o time mostrou toda a sua força entre os oito melhores times do continente, perdendo nas quartas-de-finais da Libertadores para o campeão Once Caldas, da Colômbia. No Campeonato Paulista, foi até as semifinais. Porém, o ano foi fechado com chave de ouro com a conquista do oitavo título brasileiro.[20] Com uma equipe liderada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, a base de 2002 e reforços como Ricardinho e Deivid, o time encerrou o torneio de pontos corridos disputando até a última rodada o título com o Atlético-PR e conquistou mais uma vez o Campeonato Brasileiro.

    Após 3 anos consecutivos de vitórias, com conquista de dois Campeonatos Brasileiros e chegada a final da Copa Libertadores da América de 2003, o Santos FC começou o ano de 2005 tentando manter o ritmo.


    Vanderlei Luxemburgo (à esquerda, comprimentando Lula) é o técnico que mais treinou o Santos, com um pouco mais de 170 jogos pelo peixe.O maior jogador após a Era Pelé, Robinho, permaneceu no clube durante o primeiro semestre. Mas após a sua saída para o Real Madrid, o Santos ficou prejudicado em seu desempenho. Para completar Deivid e Léo também saíram, o que deixou a equipe completamente desfigurada e enfraquecida.

    Para restaurar a equipe, o Peixe contratou o craque e ídolo Giovanni, mas que viria apresentar desempenho instável; e dois atacantes repatriados: Luizão, que se mostrou fora de forma; e Cláudio Pitbull, que marcou apenas dois gols.

    O ano também foi tumultuado com relação aos técnicos, começando com Oswaldo de Oliveira para a substituição de Vanderlei Luxemburgo, devido a saída do treinador para o Real Madrid. Passaram ainda como treinadores Gallo e Nelsinho Baptista, terminando com Serginho Chulapa, que levou o Santos interinamente. Após fraca atuação na Espanha, Luxemburgo retorna em 2006 como treinador da equipe santista, sinalizando grandes investimentos para o ano da Copa

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  35. Em 2006, a equipe foi inteiramente renovada. Várias contratações foram feitas com os campeonatos em andamento, o que prejudicou o conjunto da equipe. Mesmo com esse fator desfavorável, Luxemburgo conseguiu manter a equipe em alto nível de competição durante o Campeonato Paulista e, se aproveitando de que seus principais adversários estavam com as atenções divididas devido a participação na Taça Libertadores da América, o Santos conquistou o Campeonato Paulista de 2006. Foi o fim de um período de 21 anos sem levar a taça da FPF. O time entraria ainda para a história dos recordes como a única equipe que venceu todas as partidas jogadas em seu estádio (10 partidas no total); e que marcou gols em todas as partidas do campeonato (19 partidas no total, marcando 33 gols). O time histórico que consagrou esse título com vitória de 2 a 0 contra a Portuguesa de Desportos, sob a modalidade de pontos corridos, foi composto por Fábio Costa; Luiz Alberto, Julio Manzur e Ronaldo Guiaro; Kléber, Fabinho, Maldonado, Cléber Santana e Rodrigo Tabata; Reinaldo e Geílson. Já pelo Campeonato Brasileiro, conquista direito à disputa da Taça Libertadores da América de 2007 com o 4ª lugar na competição nacional.

    Em 2007, com uma campanha impecável na primeira fase do Campeonato Paulista de 2007, o Santos conquista o direito de jogar com vantagem nas fases semifinais e finais do campeonato. Aproveitando-se desta vantagem, o Santos elimina o Bragantino nas semifinais ( 0 X 0 no primeiro e segundo jogos) e o São Caetano na finais (derrota por 2 X 0 no primeiro jogo e vitória por 2 X 0 no segundo jogo), conquistando o bicampeonato paulista (2006 e 2007). O time que conquistou o bi, foi a campo com: Fábio Costa, Maldonado, Adailton, Ávalos e Kléber; Rodrigo Souto, Pedrinho, Cléber Santana e Zé Roberto; Marcos Aurélio e Jonas. Entraram ainda Carlinhos, Rodrigo Tabata e Moraes, que fez o gol do título.

    Já no Campeonato Brasileiro da Série A de 2007, o Santos ficou com o vice-campeonato e conquistando um das vagas para a Copa Libertadores da América de 2008.


    Jogo entre Santos e Botafogo, do Rio de Janeiro.Em 2008, com muitas mudanças de técnicos e jogadores, o Santos FC fez campanhas irregulares no Campeonato Paulista, na Copa Libertadores e no Campeonato Brasileiro. No torneio estadual, um começo ameaçador, no qual a equipe rondou a zona de rebaixamento. A melhora nas atuações trouxe consigo um sequência de vitórias que quase classificou a equipe para as finais. Na Copa Libertadores da América, o Santos Futebol Clube obteve uma difícil classificação para as finais, conquistada somente na última rodada, na vitória sobre o Cúcuta Deportivo, da Colômbia. Nas oitavas-de-final, duas vitórias por 2x0 sobre o mesmo Cúcuta Deportivo classificaram o Santos Futebol Clube para as quartas-de-final, nas quais foi eliminado pelo América. Derrota por 2x0 no México e vitória por 1x0 no Brasil. O Campeonato Brasileiro de 2008 foi aquele no qual o Santos Futebol Clube realizou sua pior campanha, lutando durante quase toda a competição contra a despromoção. Ao final do torneio, uma difícil 15ª posição, apenas um ponto acima da zona de rebaixamento. Como destaque positivo, os 21 gols do atacante Kléber Pereira, um dos artilheiros do campeonato.


    Jogo envolvendo Santos e Corinthians, em 2009 (vencido pelo Santos por 3 a 1). Partida válida pelo Campeonato Brasileiro.Em 2009, depois de um início com problemas o Santos troca o técnico Márcio Fernandes por Vágner Mancini e consegue ótima reação no Campeonato Paulista. Com grandes vitórias sobre a Portuguesa de Desportos (1 X 0) e a Ponte Preta (3 X 2, em Campinas), o Santos se classifica para o Quadrangular Final. Derrota o Palmeiras, que foi o melhor time da primeira fase, por duas vezes (duas vitórias por 2 X 1) chegando à final com o Corinthians. Fica com o vice-campeonato depois de uma derrota na Vila Belmiro (3 X 1) e de um empate no Pacaembu (1 X 1). No Campeonato Brasileiro, após um bom início - no qual alcançou a vice-liderança - a equipe decaiu.

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  36. Turbulências internas e más exibições ocasionaram a demissão do treinador Vágner Mancini, logo após a derrota por 6x2 para o Vitória, em Salvador. Para o seu lugar foi contratado Vanderlei Luxemburgo, que pela quarta vez assumiu o Santos Futebol Clube, tendo como objetivo a classificação para a Copa Libertadores da América de 2010. A ausência de bons nomes no elenco de jogadores tornaram a campanha da equipe santista muito irregular, numa constante alternância de vitórias, empates e derrotas. Ao final do campeonato, uma decepcionante 12ª posição, contabilizando 12 vitórias, 13 empates e 13 derrotas. Como saldo positivo, as boas atuações do jovem goleiro Felipe, que substituiu o titular Fábio Costa, dos meias Paulo Henrique e Madson, e do atacante Neymar, de apenas 17 anos. Em dezembro de 2009, as tumultuadas eleições para a presidência do clube tiraram do cargo Marcelo Pirilo Teixeira, que se manteve por 10 anos nessa posição. Para o seu lugar foi eleito o sociólogo e empresário do setor imobiliário Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, da oposição.

    Em 2010 surge novamente os chamados Meninos da Vila em uma geração que conta com Neymar, Paulo Henrique Ganso, André, Wesley, o goleiro Rafael, e com a volta de Robinho e outros jogadores e com o técnico Dorival Junior, prometendo novamente re-escrever a história internacional do clube no cenário futebolístico. No primeiro semestre conseguiu o título de Campeão Paulista, derrotando o time do Santo André. A administração que inovou e promete ser referência a outros clubes nacionais, segurou Neymar que recusou uma oferta milionária de transferência ao futebol inglês.

    Sucessivamente, depois do intervalo causado pela disputa da Copa do Mundo, o Santos conquistou seu segundo título no ano, o da Copa do Brasil (inédito para o clube) na dupla final com o Vitória com uma vitória por 2 a 0 na Vila Belmiro e uma derrota por 2 a 1 no Barradão. Foi o coroamento de uma campanha marcada por um ataque arrasador, com goleadas implacáveis como os 10x0 contra o Naviraiense e os 8x1 contra o Guarani, jogo em que Neymar marcou cinco vezes.

    No segundo semestre de 2010, com perdas de jogadores importantes com Wesley (vendido para o Werder Bremen da Alemanha), André (vendido para o Dínamo de Kiev da Ucrânia), Robinho (que voltou do empréstimo para o Manchester City da Inglaterra), e Ganso (que se contundiu em uma partida contra o Grêmio ainda no primeiro turno e não jogou mais no campeonato), além da demissão do técnico Dorival Júnior depois de um desentendimento envolvendo o jogador Neymar, o Santos não conseguiu ir além de um oitavo lugar e adiou a conquista da chamada "tríplice coroa" (título simbólico dado a quem vencesse no mesmo ano o Campeonato Estadual, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro). Antes do final do ano foi confirmada a volta do jogador Elano, o primeiro grande reforço para a disputa da Taça Libertadores da América em 2011, além da contratação do técnico Adilson Batista

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  37. Santos nas Copas
    Pelé driblando dois jogadores da Suécia, na final da Copa de 58.O Santos sempre foi ao longo dos tempos uma equipe que cedeu vários atletas para a Seleção Brasileira. Só de campeões mundiais, o Peixe cedeu 11 atletas. Na história das Copas, o Alvinegro teve 15 de seus jogadores convocados para defender a Seleção, sendo o atacante Araken Patusca o primeiro santista a disputar um Mundial, em 1930, no Uruguai.

    Na época havia uma briga entre a Associação Paulista de Esportes Atléticos (Apea) e a Confederação Brasileira de Desportos (CBD), pois nenhum paulista estava na comissão técnica. Por este motivo, a Apea alegou não haver tempo hábil para que chefes de família deixassem tudo organizado e partissem para ficar tanto tempo afastados de casa. Isto fez com que o Brasil embarcasse apenas com jogadores que atuavam no Rio de Janeiro, com exceção de Araken Patusca, único paulista, que estava brigado com o a direção do time santista.

    Mas as participações dos jogadores do Santos sempre se notabilizaram pelo número de atletas que foram campeões do Mundo. Em 1958, na Suécia, o Alvinegro cedeu o ponta-esquerda Pepe, além do volante Zito e do Rei do Futebol, Pelé. Estes dois atletas foram importantíssimos na arrancada brasileira rumo ao primeiro título de campeão mundial. Pois Pelé e Zito só estrearam na vitória brasileira sobre a União Soviética, por 2 a 0, na última partida da primeira fase.

    A consagração de Pelé começaria ali mesmo em gramados suecos, com o Atleta do Século sendo o artilheiro do Brasil, com seis gols, sendo que dois deles foram marcados na final contra os donos da casa.


    Pepe, um dos atletas do Santos convocados pela Seleção Brasileira, em 1962.Em 1962, no Chile, o time da Vila Belmiro cedeu sete jogadores para que a seleção disputasse essa Copa do Mundo. Gilmar (goleiro), Mauro (zagueiro), Zito (volante), Mengálvio (meia), Coutinho (atacante), Pelé (atacante) e Pepe (atacante), foram os santistas que brilharam na conquista do bicampeonato. Pelé jogou apenas duas partidas, marcando um gol sobre o México, por 2 a 0, na estréia brasileira. Mas o Rei não pode continuar ajudando a Seleção, pois uma lesão muscular o impediu de atuar no restante da Copa.

    Porém a Seleção continuou vencendo sem Pelé. Na final, Zito teve uma participação decisiva na vitória sobre a Tchecoslováquia por 3 a 1, já que o capitão santista fez o segundo gol brasileiro na final. O Peixe também teve uma grande participação com o zagueiro Mauro, que além de ter feito uma bela participação no Mundial disputado em terras chilenas, foi o capitão do time e teve a honra de erguer a Taça Jules Rimet, com o Brasil sendo coroado bicampeão do Mundo.

    Após a Copa de 1966 na Inglaterra, em que o Brasil foi muito mal, a seleção recorreu mais uma vez a força dos jogadores do Santos para trazer o troféu de campeão, no mundial seguinte. Em 1970, Carlos Alberto Torres (lateral-direito), Joel Camargo (zagueiro), Clodoaldo (volante), Pelé (atacante) e Edu (atacante), ajudaram o Brasil a ganhar a terceira estrela.


    Robinho atuando na Seleção Brasileira, num jogo contra a Suíça.Considerada por muitos como a melhor seleção que o Mundo viu jogar, o time liderado por Carlos Alberto Torres, que era o capitão desta seleção e Pelé, no auge de sua maturidade futebolística foram os responsáveis por comandar a equipe que encantou o Mundo e trouxe a Taça Jules Rimet de forma definitiva para o Brasil, com a conquista inédita na época de tri-campeão mundial.

    O últimos jogadores santistas que foram para uma Copa do Mundo com a Seleção Brasileira foram o zagueiro Marinho Peres e o atacante Edu, ambos defenderam o Brasil na Copa do Mundo de 1974, na Alemanha.

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  38. Mesmo nas Copas de 1994 (Estados Unidos) e 2002 (Coreia do Sul e Japão), o Santos se fez presente na Seleção Brasileira que conquistou os dois títulos. Em 1994, o zagueiro Ricardo Rocha e o volante Dunga, já tinham atuado com o manto alvinegro. O Dunga atuou no Peixe em 1986, enquanto que Ricardo Rocha por pouco não foi convocado pelo time da Vila Belmiro, onde atuou até o fim de 1993, quando terminou o contrato dele com o clube e o zagueiro resolveu ir para o Vasco da Gama.

    Em 2002, os santistas cederam para o time pentacampeão mundial o preparador de goleiros, Carlos Pracidelli, e o fisioterapeuta, Luis Rosan, que foi muito importante para a recuperação do atacante Ronaldo, artilheiro desta Copa do Mundo.

    Na Copa do Mundo de 2006, o jogador Robinho, recém-saído do Santos Futebol Clube, foi convocado. Também em 2006, esteve presente na Copa do Mundo de 2006 o zagueiro paraguaio Julio Manzur, convocado pela seleção de seu país e titular da conquista do Campeonato Paulista daquele ano.

    Na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, Robinho voltou a ser convocado para a Seleção Brasileira e, depois de 36 anos, o Santos FC voltou a ter um jogador de seu elenco convocado para o torneio. E na mesma Copa do Mundo da África do Sul, o mesmo jogador Robinho dois gols (contra Chile e Holanda) e também quebrou o jejum de gols de jogadores santistas em Copas do Mundo, que permanecia desde o gol de Carlos Alberto Torres, o quarto gol do Brasil na final da Copa do Mundo do 1970

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  39. Outras seleçõesO primeiro jogador estrangeiro do Santos a participar de uma Copa do Mundo foi o goleiro Rodolfo Rodriguez. O arqueiro foi convocado para defender a Seleção Uruguaia, que disputou o Mundial de 1986, no México. O arqueiro santista ficou durante toda a participação uruguaia no banco de reservas, sem ter a chance de jogar uma partida, pois se contundiu em um dos treinamentos durante a Copa. Os uruguaios foram eliminados pela Argentina, nas oitavas-de-final, pelo placar de 1 a 0.

    Em 2006, o Peixe foi representado pelo zagueiro Júlio Manzur, da Seleção Paraguaia. O jogador santista disputou a sua primeira Copa do Mundo, já tendo ajudado a seleção de seu país a conquistar a medalha de prata, nos Jogos Olímpicos de 2004, em Atenas, na Grécia. O zagueiro também foi muito importante na campanha que levou o Alvinegro Praiano ao título de Campeão Paulista de 2006, defendendo as cores do Santos.

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  40. História
    Troféu recebido pelo campeão do torneio.Em 1960, Henri Delaunay criou a Copa Intercontinental, que seria disputada entre os melhores da Europa e América do Sul.

    Na década de 1960, a Europa já possuía um torneio continental, a Copa dos Campeões Europeus (hoje, Liga dos Campeões da UEFA), porém a América do Sul não possuía torneio semelhante. Sendo assim, no mesmo ano, a Confederação Sul-Americana criou uma competição continental e a batizou de Copa Libertadores da América, numa homenagem aos heróis da independência dos países sul-americanos.

    As partidas eram de ida e volta, feita no estádios de cada adversário. A primeira disputa foi entre Real Madrid, da Espanha e Peñarol, do Uruguai.

    No final da década de 1970, por falta de incentivo e prezando a integridade de seus jogadores, os campeões europeus deixaram de participar da Taça Intercontinental. Assim, muitas vezes, os vice-campeões ocuparam a vaga de representante europeu. Em algumas ocasiões, nem o vice-campeão aceitou viajar para a América do Sul, cancelando a disputa da Taça, como ocorreu nos anos de 1975 e 1978.

    Para a disputa voltar a ser viabilizada, a empresa automotiva Toyota passou a patrocinar e organizar o evento, em conjunto com as confederações europeia (UEFA) e sul-americana (CONMEBOL). Dessa forma, em 1980, iniciou-se a disputa do novo torneio intercontinental, desta vez denominado Copa Europeia/Sul-Americana. No Brasil, popularizou-se a expressão Mundial Interclubes para referir-se ao torneio, pois, apesar deste não ser um campeonato mundial de jure e nem ser oficializado pela FIFA [1][n.b. 1] (porém ela mesma acaba entrando em contradição, já que com a conquista do São Paulo FC na Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2005, ela acaba escrevendo: "São Paulo leva o tri-mundial" como título do resumo da Copa do Mundo de Clubes da FIFA realizado pela FIFA em 2005; e também no mesmo texto acaba descrevendo a Copa Toyota/Copa Intercontinental como um torneio que precedeu o atual certame[2][3]), é considerado por muitos um mundial em sua época. A taça era disputada em apenas um jogo, em estádio neutro, sempre no Japão. Inicialmente a disputa foi feita no Estádio Olímpico de Tóquio e depois no Estádio Internacional de Yokohama.

    A Copa Europeia/Sul-Americana Toyota foi extinta em 2004

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  41. The main goal of the Youth Division Department at Santos Futebol Clube is to discover talented players to play for Santos’ first team. Throughout the years Peixe has always been presenting outstanding players to Brazilian soccer such as: Pelé, Pepe, Coutinho, Clodoaldo, Pita, Juary, Elano, Alex, Diego, Robinho, Ganso, Neymar, André and many others.

    The Santista team won Brazilian Championship in 2002 and 2004. Many of the Brazilian Champions of 2004 came from the Youth teams from Peixe; eight athletes out of all that formed team: Domingos (Under-17 Paulista Champion, 2001), Leonardo (Under-17 World Champion – National Team 2003), Elano (Brazilian Champion, 2002), Robinho (Brazilian Champion, 2002), Deivid (discovered in 2000). In Santos’ first team for the 2007/2008 season players such as Renatinho, Felipe, Marcelo, Adriano, and Carlinhos, all came from the youth teams, in which they won the U-17 Campeonato Paulista (state competition) in 2004.

    The Youth Divisions Department has the experience of several outstanding players from the past like Chico Formiga (soccer supervisor), Abel Verônico (coordinator), Rubens Salles and Urubatão Calvo Nunes (scouts).

    Santos Futebol Clube is responsible for over 100 young athletes in 5 different categories: U-11, U-13, U-15, U-17, U-20. These young athletes stay in two modern dormitories, which are located inside Urbano Caldeira Stadium, with living room, recreation room and cafeteria. The athletes also have medical, odontological and psychological assistance. The club’s work of physiology directed towards its youth divisions is also a pioneer one within Brazilian soccer scene.

    As Santos is widely known all over the world its youth teams are often invited to participate in championships and friendly matches in other countries. One of the most important titles won by Santos’ U-20 team was the Turin Tournament. This competition took place in Italy and Santos’ team became the champion after playing against very strong opponents from Italy and other countries.

    The club has also developed the Centro de Desenvolvimento à Performance ao Futebol (Center of Performance Development to Soccer). The aim of this center is to set a pattern in physical preparation for all youth teams, including futsal. This project starts at boys over 6 years old and covers a total of 270 young athletes.

    The club has also remodeled the gym that is used by the youth teams. This gym is located on the third floor at Vilabelmiro Stadium, and it is equipped with top-notch technology similar to that available for Santos’ first team (photo). In this room there is also equipment for physio and other medical activities. The education of the athlete is also considered very important and, due to that, the club created the Centro de Estudos Luiza Neófiti (Luiza Neófiti Study Center) which is also on the third floor at Vila Belmiro Stadium.

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  42. O Sport Club Corinthians Paulista é um clube desportivo brasileiro.[2] Foi fundado como uma equipe de futebol no dia 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários do bairro do Bom Retiro, na cidade de São Paulo.[3] O nome foi inspirado no Corinthian FC de Londres, que excursionava pelo Brasil.[4][5]

    A ideia inicial era de fundar um novo time de futebol para jogar no futebol de várzea, já que o Liga Paulista era disputada apenas por equipes da elite.[3][6] Graças a uma dissidência entre os clubes aristocráticos da Liga Paulista de Foot-Ball, o Corinthians disputou uma seletiva classificatória para o torneio dessa entidade, que era o mais importante a época. Assim, em 1913 o clube jogaria pela primeira vez o Campeonato Paulista. [7] A origem humilde do Corinthians refletiu-se em alguns de seus apelidos, como clube dos operários ou time do povo. Foi o primeiro clube de São Paulo a abrir espaço para jogadores pobres. Foi também o segundo clube do futebol brasileiro - o primeiro foi o Bangu - e o primeiro do futebol paulista a aceitar atletas negros no time.[8][9][10]

    Embora o clube tenha atuado em outras modalidades esportivas ao longo dos anos, como remo, basquete, natação, vôlei, tênis, taekwondo, futsal, judô, peteca e handebol, suas principais conquistas e o seu reconhecimento foram alcançados pelo futebol profissional.[11] Foi o primeiro clube a ganhar o Mundial de Clubes da FIFA[12] e o único a conquistar o título em casa, no Brasil, em 2000.[13][14][15] Possui também quatro títulos do Campeonato Brasileiro (1990, 1998, 1999 e 2005),[16] três da Copa do Brasil (1995, 2002 e 2009),[17] 26 do Campeonato Paulista[17] - sendo deste último o maior recordista de conquistas no Estado e é o único clube três vezes tricampeão do torneio[18] - e cinco do Torneio Rio-São Paulo (1950-1953-1954-1966-2002).

    Em 1951, o Corinthians foi primeiro time do futebol brasileiro a ultrapassar a marca dos 100 gols em um campeonato oficial, quando fez 103 em apenas 28 jogos no Campeonato paulista daquela temporada.[19] De 1952 a 1954, o clube fez 28 partidas internacionais sem derrota - incluindo a disputa e conquista da Pequena Copa do Mundo de 1953 na Venezuela, com duas vitórias sobre o Barcelona da Espanha)[20] - e superou o recorde anterior que pertencia ao Vasco. O Corinthians faz parte do seleto grupo de equipes que representatam oficialmente a Seleção Brasileira de Futebol, em um amistoso contra o Arsenal em 1965, e é responsável pela maior goleada ocorrida até hoje em Campeonatos Brasileiros, quando fez 10 a 1 no Tiradentes-PI em 1983.[21]

    O estádio oficial do Corinthians é o Estádio Alfredo Schürig, mais conhecido como "Parque São Jorge" ou "Fazendinha". Foi reinaugurado em 1928 e atualmente tem capacidade para pouco mais 15 mil pessoas.[22][23] Jogando lá, o único título que o clube conquistou foi o Paulista de 1939. Por conta da capacidade reduzida do estádio e por ser um clube popular desde sempre, o Corinthians costuma atuar com mandante no Estádio Municipal do Pacaembu.[24] Seus principais rivais no futebol são o Palmeiras, com quem disputa o Derby Paulista, com o Santos, com quem disputa o Clássico Alvinegro, e o São Paulo, com quem disputa o Majestoso.

    Sua torcida é conhecida como "Fiel"[25] e seus torcedores são estimados em mais de 25 milhões espalhados por todo Brasil, o que credencia o Corinthians como o segundo time mais popular do país[26][27][28] e o primeiro na Região Sudeste e no Estado de São Paulo - onde tem mais torcedores que São Paulo e Palmeiras juntos.[29]

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  43. Ao longo de sua história centenária, o clube teve grandes ídolos como Neco (1913-1930), Amílcar (1913-1923), Teleco (1934-1944), Servilio (1938-1948), Claudio (1945-1957), Baltazar (1947-1958), Roberto Belangero (1947-1960), Idário (1949-1959), Luizinho (1949-1967), Gilmar (1951-1961), Rivelino (1965-1974), Zé Maria (1970-1983), Wladimir (de 1972-1985 e 1987), Palhinha (1977-1980), Biro-Biro (1978-1988), Sócrates (1978-1984), Casagrande (1982-1986 e 1994), Ronaldo (1988-1998), Neto (1989-1993), Marcelinho Carioca (1993-1997, 1998-2001 e 2006), Carlos Tevez (2005-2006) e Ronaldo Fenômeno (2009-2010).

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  44. Origem humilde
    O primeiro emblema utilizado pelo Corinthians em 1910.
    Primeiro Time Campeão Paulista em 1914: Fúlvio, Casemiro do Amaral e Casemiro Gonzalez; Polícia, Biano e César; Aristides, Peres, Amílcar, Dias e Neco.Em 1 de setembro de 1910, um grupo de cinco operários de uma companhia ferroviária do bairro paulistano do Bom Retiro decidiu criar um time de futebol.[2] Eram os pintores de parede Joaquim Ambrósio e Antonio Pereira; o sapateiro Rafael Perrone; o cocheiro Anselmo Correa e o trabalhador braçal Carlos Silva, além de mais oito pessoas que contribuíram com 20 mil réis e também foram consideradas sócias-fundadoras.[6] A ideia surgiu depois de assistirem à atuação do Corinthian, um time inglesa,[4][5] fundada em 1882, que excursionava pelo Brasil à convite da equipe carioca Fluminense.[30] Aqui, os ingleses foram chamados pela imprensa de "Corinthian's Team". Mas o time brasileiro só seria batizado "Sport Club Corinthians Paulista" depois de muita discussão e algumas reuniões na casa de outro integrante do grupo de amigos, o alfaiate Miguel Bataglia, que acabaria se tornando o primeiro presidente da agremiação - embora ele tenha ficado apenas duas semanas no cargo.[6][31][32]

    Em sua estreia nos campos de futebol, o Corinthians perdeu para o União da Lapa, por 1 a 0. Porém, no segundo jogo oficial, em 14 de setembro de 1910, vieram o primeiro gol (marcado pelo italiano Luigi Salvatore Fabbi) e a primeira vitória (sobre o Estrela Polar, por 2 a 0).[2] O Corinthians atuou no futebol de várzea paulista até 1912. Como os campeonatos oficiais de futebol eram praticados exclusivamente por equipes aristocráticas, como o Paulistano, o Germânia e o São Paulo Athletic Club,[3] o Corinthians humildemente atuava no futebol de várzea paulistano.[6]

    Em 1913, uma dissidência entre os clubes que disputavam o Campeonato Paulista abriu a oportunidade para clubes de origem popular (varzeanos) disputassem a competição organizada pela LPF. Após vencer o Minas Gerais (do bairro do Brás), e o FC São Paulo (bairro do Bixiga), o Corinthians ganhou o direito de disputar pela primeira vez o campeonato da LPF.[7] No ano seguinte, o clube sagraria-se pela primeira vez torneio,[33] feito que se repetiria em 1916.[34].

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  45. Origem humilde
    O primeiro emblema utilizado pelo Corinthians em 1910.
    Primeiro Time Campeão Paulista em 1914: Fúlvio, Casemiro do Amaral e Casemiro Gonzalez; Polícia, Biano e César; Aristides, Peres, Amílcar, Dias e Neco.Em 1 de setembro de 1910, um grupo de cinco operários de uma companhia ferroviária do bairro paulistano do Bom Retiro decidiu criar um time de futebol.[2] Eram os pintores de parede Joaquim Ambrósio e Antonio Pereira; o sapateiro Rafael Perrone; o cocheiro Anselmo Correa e o trabalhador braçal Carlos Silva, além de mais oito pessoas que contribuíram com 20 mil réis e também foram consideradas sócias-fundadoras.[6] A ideia surgiu depois de assistirem à atuação do Corinthian, um time inglesa,[4][5] fundada em 1882, que excursionava pelo Brasil à convite da equipe carioca Fluminense.[30] Aqui, os ingleses foram chamados pela imprensa de "Corinthian's Team". Mas o time brasileiro só seria batizado "Sport Club Corinthians Paulista" depois de muita discussão e algumas reuniões na casa de outro integrante do grupo de amigos, o alfaiate Miguel Bataglia, que acabaria se tornando o primeiro presidente da agremiação - embora ele tenha ficado apenas duas semanas no cargo.[6][31][32]

    Em sua estreia nos campos de futebol, o Corinthians perdeu para o União da Lapa, por 1 a 0. Porém, no segundo jogo oficial, em 14 de setembro de 1910, vieram o primeiro gol (marcado pelo italiano Luigi Salvatore Fabbi) e a primeira vitória (sobre o Estrela Polar, por 2 a 0).[2] O Corinthians atuou no futebol de várzea paulista até 1912. Como os campeonatos oficiais de futebol eram praticados exclusivamente por equipes aristocráticas, como o Paulistano, o Germânia e o São Paulo Athletic Club,[3] o Corinthians humildemente atuava no futebol de várzea paulistano.[6]

    Em 1913, uma dissidência entre os clubes que disputavam o Campeonato Paulista abriu a oportunidade para clubes de origem popular (varzeanos) disputassem a competição organizada pela LPF. Após vencer o Minas Gerais (do bairro do Brás), e o FC São Paulo (bairro do Bixiga), o Corinthians ganhou o direito de disputar pela primeira vez o campeonato da LPF.[7] No ano seguinte, o clube sagraria-se pela primeira vez torneio,[33] feito que se repetiria em 1916.[34].

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  46. Entre os grandes de São Paulo
    Time que conquistou o primeiro Tri Campeonato em 1930.Nas décadas de 1920 e 1930, o Corinthians firmou-se como uma das equipes mais importantes de São Paulo, rivalizando com o Clube Atlético Paulistano e a Societá Sportiva Palestra Itália (futuro Palmeiras. No período, o clube arrematou nove títulos paulistas - sendo três tricampeonatos (1922-1923-1924, 1928-1929-1930 e 1937-1938-1939), um feito jamais foi alcançado por outro clube paulista. Além de Neco, que jogou no clube até 1930, Rato,[35] Del Debbio[36] Tuffy,[23] Grané,[37] Teleco,[38][39] Brandão,[40] e Servílio de Jesus[41] despontaram como grandes ídolos do clube no período.

    Na década de 1940, porém, o clube conquistou apenas o Campeonato Paulista de 1941.[42] No ano seguinte, foi o primeiro campeão da "Taça Cidade de São Paulo", que envolvia os três primeiros colocados do Paulista do ano anterior.

    [editar] Era de ouro na década de 1950Após um período sem grandes êxitos futebolísticos, o clube renovou sua equipe para a década de 1950. O resultado foi que o Corinthians viveria um de suas épocas mais gloriosos em todos os tempos. Jovens formados nas "categorias de base" do Corinthians, como Luizinho,[43][44] Cabeção, Roberto Belangero e Idário[45], juntaram-se a jogadores como Baltazar,[46][47]Cláudio[48][49] e Gilmar,[50][51] que formaram um dos melhores times da história corintiana.[52] Essa equipe foi campeão do Campeonato Paulista (1951 e 1952), do Torneio Rio-São Paulo (1950, 1952 e 1953) e da Pequena Taça do Mundo (1953, primeiro título internacional do clube).[20] Em 1954, o Campeonato Paulista daquela temporada despertou grande interesse em todos os clubes e torcedores, porque comemorava o IV Centenário da Fundação da cidade de São Paulo. Para época, era considerado o título paulista mais importante da história.[52] Um empate contra o Palmeiras garantiu a conquita de um dos títulos mais importantes da história alvinegra, que coroou a geração vitoriosa dos anos cinquenta.[53] A década de 1950 marcou ainda internacionalmente o clube. Entre 1951 e 1959, o Corinthians disputou 64 partidas contra equipes estrangeiras, com 47 vitórias, dez empates e apenas sete derrotas. Ficou invicto por 32 jogos, de 1952 e 1954.[54]

    No final da década de 1950, assumiu a presidência do clube por voto direto dos associados Vicente Matheus, um dos mais carismáticos dirigentes da história do clube. Matheus comandou o Corinthians durante oito mandatos.[55]

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  47. Do "Faz-Me-Rir" e a Era RivellinoOs anos seguintes, no entanto, seriam bastante sofridos para os corintianos, que amargariam um longo período sem conquistas importantes. Já no Campeonato Paulista de 1961, o time fez uma campanha tão pífia que foi apelidado por torcedores rivais de "Faz-Me-Rir".[56] O clube apostou na contratação de craques que chegavam ao Parque São Jorge como "salvadores da pátria", mas que acabaram não vingando no time - como Almir Pernambuqinho em 1960[57] e Mané Garrincha em 1966.[58]

    Mas aquela década também marcava o surgimento de Roberto Rivellino, "O Reizinho do parque",[59][60] um dos melhores jogadores da história corintiana, embora nunca tenha vencido um grande título para time.[61]

    Em 1966, na tentativa de acabar com o jejum de títulos no Campeonato Paulista, a diretoria corintiana contratou o zagueiro Ditão e o volante Nair, que vieram da Portuguesa, além do atacante Garrincha, que chegou ao Parque São Jorge com 32 anos de idade. Na época, a verba destinada ao departamento de futebol foi recorde e o jornal "A Gazeta Esportiva" passou a tratar o time como o "Timão do Corinthians". Assim nasceu o apelido que acompanha o clube até hoje.[58] Ainda no final da década, o Corinthians venceria o Santos, após quase 11 anos sem vitórias sobre a equipe de Pelé em edições do Campeonato Paulista.[62] Paulo Borges e Flavio fizeram os gols desssa vitória corintiana tão festeja e lembrada.[63]

    [editar] Decepção no Paulista-1974 e prova de amor no Maracanã-1976Ver artigo principal: Invasão corintiana
    O jejum corintiano só viria na década de 1970. Mas o fim do calvário seria sofrido. Em 1970, depois de uma conturbada negociação com a Portuguesa, o Corinthians contratou o lateral Zé Maria.[64][65] O jogador havia sido campeão mundial com o Brasil na Copa do Mundo do México, na reserva de Carlos Alberto Torres. Para sair da fila, a diretoria corintiana trouxe nos anos seguintes nomes como Vaguinho (em 1971)[66] e Geraldão,[67] além de promover jogadores da base como Wladimir.[21][68]

    Além da interminável fila de grandes conquistas, o Corinthians também não conseguia chegar, com frequência, às finais de grandes torneios. Ficou de 1957 a 1974 sem decidir o Campeonato Paulista. Em 1974, havia grande esperança de se quebrar o jejum na final estadual contra o Palmeiras. Mas o rival acabou vencendo os corintianos, numa das derrotas mais doloridas da história do clube e que precipitou a saída de Rivellino para o Fluminense.[61] Corinthians e Rivellino acabariam encontrando-se na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976, contra o Fluminense, em 5 de dezembro, naquela que é uma das partidas das mais marcantes da história corintiana. Dezenas de milhares de torcedores alvinegros viajaram para o Rio de Janeiro para assistir o duelo no Estádio do Maracanã, que acabou dividido entre os corintianos e fluminesnes. Aquele momento acabou conhecido como "A invasão corintiana ao Maracanã".[69] A consagração daquele dia célebre para os corintianos veio como a vitória sobre o clube carioca nos pênaltis, após empate de 1 a 1 no tempo regulamentar. Na decisão do Brasileiro, o Internacional derrotou o Corinthians em Porto Alegre.

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  48. O título Paulista de 1977Ver artigo principal: Campeonato Paulista de Futebol de 1977
    Ver artigo principal: Participação do Corinthians nas finais do Campeonato Paulista de Futebol de 1977
    O ano de 1977 foi muito especial na história do clube. No começo daquele ano, o presidente corintiano Vicente Matheus trouxe Palhinha, do Cruzeiro, por uma quantia recorde para a época: 7 milhões de cruzeiros.[70] O jogador tornaria-se um dos ídolos da "Fiel" naquele período.[71] Menos de um ano depois de "invadir" o Maracanã, o Corinthians viveria uma de suas noites mais inesquecíveis em 13 de outubro, com a conquista do Campeonato Paulista, que se tornou um dos títulos mais importantes da história corintiana, pois representava o fim de quase 23 anos sem ganhar competições oficiais. Na última de três partidas, contra a Ponte Preta, o marcante título veio com o gol de Basílio, no segundo tempo.[70][72]

    Para 1978, a diretoria do clube contratou Sócrates, que pertencia ao Botafogo de Ribeirão Preto para se tornar um dos maiores craques que já passaram pelo Parque São Jorge.[73][74] Outro que chegava naquele ano ao clube e seria ídolo no Timão era Biro-Biro.[75][76] Em 1979, o Corinthians voltaria a vencer o Campeonato Paulista contra a mesma Ponte Preta.[77]

    [editar] Da Democracia Corintiana aos "meninos de 1988"Ver artigo principal: Democracia Corintiana

    Socrátes é um dos ídolos do clube e idealizador da democracia corintiana.No início de 1981, o presidente Vicente Matheus foi buscar pessoalmente na Arábia Saudita o meio-campo Zenon, que havia se destacado no Guarani em temporadas anteriores e assumiria a camisa 10 do Corinthians, no lugar de Palhinha.[78] Mas após não conseguir um bom desempenho no Campeonato Paulista daquele ano - que era classificatório para o Campeonato Brasileiro do ano seguinte -, o clube teve de jogar a Taça de Prata (espécie de "segunda divisão" do Campeonato Brasileiro) em 1982[79] Os resultados ruins em campo levaram a mudanças na diretoria, com a saída de Vicente Matheus, e os jogadores passaram a ter papel ativo nas decisões do clube. Tudo era resolvido pelo voto, das contratações ao local de concentração.[73] O período ficou marcado como a "Democracia corintiana".[80] As mudanças surtiram efeito. Em 1982, quando liderados pelos ídolos Sócrates, Wladimir, Casagrande,[81] Biro-Biro e Zenon, o clube conquistou o Campeonato Paulista em cima do São Paulo, que tentava o tricampeonato na competição.[73] No ano seguinte, o Corinthians repetiria a final contra o rival e uma vez mais faturaria o torneio.[82]

    Em 1985, já sem o "Doutor Sócrates"[83] e com o fim da Democracia Corintiana, a nova diretoria corintiana apostou na consolidação de uma grande equipe, com as contratações de De León (que deixou o Grêmio como o jogador mais caro do futebol brasileiro até então), Serginho Chulapa, Dunga, que se somavam a reforços do ano anterior, como Carlos, Édson e Juninho (contratados da Ponte Preta), quanto aos bem-estabelecidos Wladimir, Biro-Biro, Zenon e Casagrande.[84] O grande time, porém, só ficou no "papel": no Campeonato Brasileiro, o Timão foi eliminado antes das semifinais, e no Campeonato Paulista, a equipe ficou apenas em quinto lugar.[84]

    Nas duas temporadas seguintes, o clube renovou-se com um elenco com jogadores menos badalados, como o volante Wilson Mano,[85] e pratas da casa, como zagueiro Marcelo.[86] Em 1988, com novos garotos da base corintiana, como o goleiro Ronaldo,[87] o volante Márcio Bittencourt e o atacante Viola, o Corinthians voltaria a conquistar do Campeonato Paulista.[88]

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  49. Conquistas de peso nas décadas de 1990 e 2000Ver artigo principal: Campeonato Mundial de Clubes da FIFA 2000
    Nos durante as décadas de 1990 e 2000, o clube conquistou a maior sequência de título da sua história. Nos anos 1990, foram três títulos do Campeonato Brasileiro (1990, 1998 e 1999), 3 Campeonatos Paulistas (1995, 1997 e 1999), 1 Copa do Brasil (1995) e 1 Supercopa do Brasil (1991).

    Após a virada do milênio, veio a maior conquista do clube: o Mundial de Clubes, em 2000, o primeiro organizado pela FIFA[82]. O final contra o Vasco da Gama foi no Maracanã e o Corinthians venceu nos pênaltis após Edmundo perder a cobrança.[89][90]. Completando as conquistas do novo século, vieram 3 Campeonatos Paulistas (2001, 2003 e 2009), 1 Torneio Rio-São Paulo (2002), 1 Campeonato Brasileiro (2005) e 2 Copas do Brasil (2002 e 2009).

    Essa época também conhecida como a época das parcerias,[91] onde o clube teve parceiros para a contratação de jogadores. Foram essas do Banco Excel (1995), da Hicks, Muse, Tate & Furst - HTMF (1999) e da Media Sport Investiment - MSI (2005), a última comandada pelo russo Boris Berezovsky,[92] magnata russo exilado em Londres, e tinha como representante no Brasil, o empresário iraniano Kia Joorabchian.[93] Ambos, ao lado de Alberto Dualib (presidante do clube), Nesi Curi (vice-presidente) e Renato Duprat Filho (diretor de futebol e "braço direito" de Dualib) eram acusados de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.[94].


    Time campeão brasileiro de 2005 na época da parceria com a MSI.Porém nos anos 2000 que aconteceu a pior fase da história do clube, que foi a queda para a série B, durante Campeonato Brasileiro de 2007. A queda acompanhou a saída da Media Sports Investiment (MSI), no inicio de 2007 e de seus jogadores contratados, como Tevez, Mascherano, Roger e Gustavo Nery entre outros, que eram chamados de "galácticos" (em comparação aos jogadores do Real Madrid como Beckham, Zidani, Ronaldo e Roberto Carlos, que tinham o mesmo apelido em alusão aos milhões gastos para suas contratações). Com o time na série B, o clube se reestruturou dentro e fora dos gramados, com a saída do então presidente Alberto Dualib,[95] responsável pela chegada das parcerias. Para o seu lugar assumiu Andrés Sanchez, ao lado de Mario Gobbi (vice-presidente de futebol), Luis Paulo Rosenberg (diretor de marketing) e Antônio Carlos (diretor de futebol e havia acabado de se aposentar como jogador), criando inúmeros projetos de marketing e montando uma boa equipe, que voltou para a série A e também foi campeã do torneio. Em 2009, o clube acertou a contratação de Ronaldo, pentacampeão com a Seleção Brasileira e eleito três vezes o melhor jogador de futebol do mundo, em uma parceria que envolvia também contratos de marketing. Em 2010, ano de seu centenário, o clube ampliou as iniciativas de marketing, como o acerto com o ídolo e ex-jogador Marcelinho Carioca para ser o embaixador do clube no ano do centenário, e trouxe alguns reforços, sendo o principal o também pentacampeão Roberto Carlos para a lateral esquerda.

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  50. Cores e Símbolos[editar] UniformeVer artigo principal: Evolução dos uniformes Sport Club Corinthians Paulista

    O primeiro uniforme utilizado pelo Corinthians em 1910.Oficialmente, a primeira camisa do Corinthians tinha a cor bege, em homenagem ao Corinthian. A camisa de 1910 tinha detalhes em preto nas mangas, barra e gola. Os calções eram brancos e feitos com sacos de farinha.[96] E após algumas lavagens, percebeu-se que o tecido bege perdia parte da cor, então se optou por adotar definitivamente o branco na camisa. Mas para o jornalista Celso Unzelte, pesquisador da história corintiana, seria muito improvável que o clube, na época pobre e pequeno, tivesse recursos financeiros para comprar uniformes que não fossem brancos. "No início, eram feitos com tecido reaproveitado de sacos de farinha." Alpem disso, na fotografia mais antiga do time, do Campeonato Paulista de 1913, os jogadores vestiam camisas e calções brancos.[97]

    De qualquer forma, sabe-se que a partir de 1920 o Corinthians passou a jogar com camisa branca e calção preto, quando a diretoria conseguiu dinheiro para comprá-los. Desde então, tornaram-se o uniforme oficial.[96][98] A partir disso, surgiram as primeiras mudanças na camisa, como uma versão preta com listras brancas. O clube chegou a usar também uma toda preta e outra com uma faixa branca com o nome do clube, especialmente usada em clássicos contra São Paulo e Santos.[96]

    No dia 22 de dezembro de 1946, pela primeira vez o atletlas do clube entraram em campo com camisas numeradas. Isso aconteceu no amistoso contra o River Plate de Di Stéfano, no Estádio do Pacaembu.[99] O atacante Baltazar foi o primeiro atleta a vestir a camisa 10 corintiana. Servílio ficou com a 9, enquanto Cláudio usou a 7. A partir do Campeonato Paulista de 1948, a Federação Paulista de Futebol obrigou todos os clubes participantes a usar números nas costas dos uniformes.[99]

    Em 1949, o clube usou uma camisa grená em um amistoso contra a Portuguesa de Desportos, como uma forma de prestar homenagem ao elenco do Torino (Itália), que foi vitimado em um acidente de avião contra a Basílica de Superga, em Turim.[96][100] Vinte anos depois, a equipe teve de atuar Teve que vestir uma camisa improvisada, listrada de amarelo e preto, com gola vermelha e sem numeração, para poder enfrentar o Universitário, em Lima, já que o clube peruano também se vestia de branco.[96]


    Antes, em 1965, o Timão vestiria a camisa azul da antiga CBD para representar a Seleção Brasileira em um amistoso contra o Arsenal (Inglaterra), em Londres.

    A partir de 1995, o clube passou a investir em modelos alternativos como uniforme número três. Naquele ano, o estilista francês Ted Lapidus desenvolveu um uniforme para jogos internacionais: uma camisa era preta com muitos detalhes em branco. Quatro anos mais tarde, outro terceiro uniforme, agora na cor preta com detalhes em cinza e amarelo. Foi utilizado somente na derrota para o Independiente (Argentina), no Pacaembu, pela Copa Mercosul. No ano seguinte, o Corinthians jogou e venceu o Mundial de Clubes da FIFA com uma camisa diferente, que tinha laterais em preto. Apesar do sucesso no campo, acabou aposentada logo após o torneio.[96]

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  51. Em 2006, as listras brancas da segunda camisa foram trocadas por douradas para a Copa Libertadores. Dois anos depois, o departamento de marketing do clube decidiu criar um novo modelo, na cor roxa, em alusão ao fanatismo do torcedor corintiano. A camisa não foi muito utilizada em partidas oficiais, por causa de pressões das torcidas uniformizadas do clube, mas agradou aos demais torcedores e se tornou um sucesso de vendas. Desde então, o roxo apareceu em mais duas edições.[96]

    No final de Agosto de 2010, o Corinthians lança no Parque São Jorge a camisa em comemoração ao centenário do clube, que será usada como uniforme titular nas partidas em casa até o final do Campeonato Brasileiro. A camisa remete ao primeiro uniforme utilizado pelo Corinthians em 1910, com a cor bege e no escudo as lestras "CP", fazendo referencia ao primeiro escudo utilizado pelo clube.[101]

    [editar] Temporada 2010/2011Uniforme principal (10/11): Camisa branca, calção preto e meias brancas;
    Uniforme de visitante (10/11): Camisa preta com listras brancas, calção branco e meias pretas;
    Terceiro Uniforme (10/11): Camisa branca com listras bege, calção preto e meias pretas com detalhe em bege;




    Titular




    2º Uniforme




    3º Uniforme


    [editar] Uniformes dos goleirosUniforme Principal: Azul com detalhes brancos.
    Uniforme Alternativo: Cinza com detalhes Pretos.
    Uniforme Alternativo: Amarelo com detalhes pretos.
    Uniforme Alternativo: Preto com detalhes cinzas.




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    [editar] Escudo
    Bandeira do Estado de São Paulo, presente no escudo Corintiano.Ao contrário da camisa, o escudo do Corinthians passou por várias alterações ao longo dos anos. Enquanto o Corinthians disputava apenas amistosos e torneios de futebol de várzea, a camisa não tinha distintivo. O primeiro foi criado às pressas para o jogo contra o Minas Gerais, válido pela eliminatória para a Liga Paulista de Foot-Ball de 1913, e levava apenas as letras "C" e "P" (de Corinthians e Paulista) enlaçadas.[102] Esse escudo seria usado até o ano seguinte, quando Hermógenes Barbuy, litógrafo e irmão do jogador Amilcar, criou o primeiro escudo oficial, elaborando uma moldura para as letras e acrescentou o "S" (de Sport), que estreou no amistoso contra o Torino (Itália), em São Paulo.[33]

    Pouco tempo depois, a moldura ficar maior e, a partir de 1919, o distintivo começava a ganhar o formato atual, com a bandeira do Estado de São Paulo ao centro. Em 1937, o presidente Getúlio Vargas baixou o Estado Novo e fez uma cerimônia pública com a queima das bandeiras de todos os Estados da federação, pois queria governo forte e centralizado. A bandeira paulista só sobreviveu dentro do escudo do Corinthians. Após a queda do regime, uso de símbolos regionais foi liberado.[102]

    Em 1939, o escudo ganhou uma corda que rodeia o círculo, mais os dois remos e a âncora, em alusão ao sucesso do clube nos esportes náuticos. O desenho foi criado pelo pintor modernista Francisco Rebolo, que foi jogador do segundo quadro do Corinthians na década de 1920. Depois disso, o símbolo corintiano passou por pequenas alterações ao longo do tempo, como na bandeira e na moldura.[102]

    Em 1990, foi adicionada a primeira estrela em referência ao primeiro título brasileiro. O mesmo foi feito com as conquistas de 1998, 1999 e 2005, além de uma estrela maior e que fica acima das demais, em homenagem à conquista do Mundial fajuto.

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  52. O mosqueteiro e São JorgeO Corinthians adotou o "mosqueteiro" como seu mascote. Há duas versões sobre a origem do mascote corintiano.[102][103] A primeira seria por conta do clube ter pleiteado uma vaga na Liga Paulista de Futebol em 1913, da qual apenas participavam Americano, Germânia e Internacional - como os personagens Athos, Porthos e Aramis, do romance "Os Três Mosqueteiros", escrito pelo francês Alexandre Dumas, em 1844.[102] Como havia outros pretendentes à vaga, o Corinthians teve de disputar uma seletiva contra o Minas Gerais (do Brás) e o FC São Paulo (do Bixiga), outros dois grandes da várzea paulistana. Após ter vencido as duas equipes, o Corinthians garantiu o direito de disputar a Divisão Especial da Liga, ganhando da imprensa o apelido de D'Artagnan, o quarto mosqueteiro.[102][103]

    Uma segunda versão para a utilização do "mosqueteiro" como mascote corintiano surgiu em 1929, quando o Corinthians venceu o Barracas (Argentina), por 3 a 1.[103] Foi a primeira vitória do clube paulista em partidas internacionais e que ganhou destaque nas páginas do jornal "A Gazeta", com o título dado pelo jornalista Thomaz Mazzoni: "O Corinthians venceu com "fibra de mosqueteiro"". Esta versão é adotada oficialmente pelo clube e pelos historiadores, como Celso Unzelte.[102]

    Além do mascote, o Corinthians tem bastante apego a São Jorge. Depois de comprar o campo do Parque São Jorge, em 1926, o Corinthians adotou o santo como seu padroeiro. O clube construiu uma capela em homenagem a São Jorge dentro de sua sede social.[22]

    [editar] EstádiosVer artigo principal: Estádio Alfredo Schürig
    Ver artigo principal: Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho
    [editar] Primeiros campos
    Estádio Alfredo Schürig, localizado na sede social do clubeO primeiro campo do Corinthians ficava no bairro do Bom Retiro, onde o clube foi fundado, em 1910. Mais precisamente na antiga Rua dos Imigrantes, atual Rua José Paulino. Não era, na verdade, um estádio, mas um terreno baldio que pertencia a um vendedor de lenha.[104] Foi apelido de "Campo do Lenheiro".[105] Era a época da várzea e os próprios jogadores tinham de limpar e aplanar o gramado.[104]

    Em janeiro de 1918, o Corinthians inaugurou seu primeiro estádio, na Ponte Grande (atual Ponte das Bandeiras), às margens do Rio Tietê.[104] O terreno foi arrendado da prefeitura por influência do intelectual Antônio de Alcântara Machado, um dos primeiros a se aproximar do clube dos operários. Ficava ao lado do Campo da Floresta, da AA das Palmeiras (o maior da cidade até então) e fora construído pelos próprios jogadores e torcedores, em sistema de mutirão.[104] O Corinthians permaneceu mandando seus jogos ali até 1927. Lá fez 108 jogos, com 83 vitórias, 43 empates e 12 derrotas. Fez 391 gols e levou 111 gols.[106]

    [editar] FazendinhaEm 1926, o clube comprou o campo do Parque São Jorge, localizado dentro no Tatuapé. O Parque São Jorge pertencia ao Sírio, um rival nas disputas futebolísticas da época. Após a compra, o então presidente corintiano Ernesto Cassano resolveu reformar o estádio, com ajuda financeira dos sócios.[22] Enquanto eram realizadas as reformas, o Corinthians seguia mandando suas partidas no campo da Ponte Grande. Assim que cessaram as reformas no Parque São Jorge, em 1928, o campo da Ponte Grande foi doado ao São Bento.[22] O reformado Parque São Jorge, ainda sem ter iluminação, foi inaugurado em 22 de julho, em um amistoso contra o América carioca.[23]

    O terreno original comprado junto ao Sírio incluía uma fazenda - daí o apelido de "Fazendinha", utilizado até hoje. Foi a partir deste local que o Corinthians começou a se desenvolver e pôde contruir até sua sede social.[22]

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  53. Pacaembu
    O Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (vista interna).Com o crescimento do número de torcedores, o Corinthians passou a atuar em estádios maiores. E em especial, o clube consolidou uma relação com o Estádio Paulo Machado de Carvalho, que pertence ao município de São Paulo e é mais conhecido como Estádio do Pacaembu.[24]

    Cerca de 50 mil torcedores estiveram presentes na inauguração do estádio em 28 de abril de 1940. A preliminar foi disputada entre Palestra Itália e Coritiba. Em seguida, o jogo de fundo entre Corinthians, então atual tricampeão paulista, e Atlético Mineiro, vencida pelos corintianos por 4 a 2.[24]

    O Pacaembu foi inaugurado como o maior estádio da América Latina, com capacidade para 70 mil pessoas.[24] Em 1942, pouco mais de 70 mil pessoas foram ao estádio para assistir à partida entre Corinthians e São Paulo, em especial pelo atacante Leônidas da Silva, ídolo são-paulino e considerado o melhor jogador brasileiro em sua época.[107] O jogo acabou empatado em 3 a 3 e o público daquele jogo jamais foi batido no estádio. Atualmente, o Pacaembu tem capacidade para receber até 40 mil espectadores.[108]

    [editar] Novo estádio
    Projeto do estádio.Ver artigo principal: Novo Estádio do Corinthians
    Sempre houve muitos projetos,[109] mas nunca foram levados à frente.[110]

    Em 27 de agosto de 2010 foi anunciada a contrução de um novo estádio pela construtora Odebrecht com capacidade prevista de 48.000 pessoas e um valor estimado de R$ 350 milhões.[111] Ainda no mês de agosto de 2010, a CBF e o Governo de São Paulo anunciaram o estádio como a sede paulista para a Copa do Mundo de 2014 e possível palco da abertura do mesmo.[112] Porém, para que possa ser sede da abertura, a capacidade do estádio deve ser ampliada para cerca de 65.000 acentos, já que esta é a capicidade mínima para a abertura de uma copa do mundo, conforme exigência da FIFA.[113]

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  54. Torcida Ver página anexa: Maiores torcidas de futebol do Brasil

    Torcida do Corinthians no Pacaembu.A torcida do Corinthians é chamada carinhosamente de "Fiel". Um dos momentos mais marcantes protagonizados por seus torcedores ocorreu em 1976, na semifinal do Campeonato Brasileiro daquele ano, quando dezenas de milhares de corintianos foram ao Rio de Janeiro para assistir ao jogo no Estádio do Maracanã. O acontecimento ficou registrado na história como a "Invasão Corintiana".[114] Este também foi o maior público registrado em uma partida envolvendo o alvinegro no maior estádio do Brasil.[115]

    O maior público do Estádio do Morumbi foi registrado em uma partida do Corinthians. Foi no dia 13 de outubro [116] de 1977, onde pouco mais de 146 mil pessoas assistiram ao jogo entre Corinthians e Ponte Preta, a segunda partida das finais do Campeonato Paulista daquele ano.[117] Pelo Campeonato Brasileiro, o maior público no estádio também é corintiano e a marca foi estabelecida em 6 de maio de 1984, no duelo entre Corinthians e Flamengo, válido pelas quartas-de-final da competição.[118]

    No Pacaembu, o Corinthians reina soberano com nove dos dez maiores públicos da história do estádio.[119] O recorde de público no Pacaembu foi o clássico entre Corinthians e São Paulo, em 1942, que teve mais de 70 mil espectadores.[107]

    [editar] Número de torcedoresDe acordo com uma série de Institutos de pesquisas, como Ibope e Datafolha, além da Revista Placar, o Timão possui a segunda maior torcida do Brasil com cerca de 25 milhões de torcedores espalhados pelo país - somente atrás nacionalmente do carioca Flamengo.[26][27] Quase 15 milhões de seus torcedores estão concentrados no Estado de São Paulo, onde o time do Parque São Jorge supera o número de torcedores somados de São Paulo e Palmeiras - os seus dois maiores rivais.[29]

    Outros 10 milhões de "fieis" estão espalhados pelo resto do Brasil. Os corintianos lideram na região Sudeste do Brasil.[120] Em Minas Gerais, o "Timão" tem mais de um milhão de torcedores e é a quarta maior torcida nesse Estado - atrás somente de Cruzeiro, Atlético-MG e Flamengo.[17] No Sul do país, os corintianos só ficam atrás das torcidas de Grêmio e Internacional.[121] Só no Paraná, estado no qual o Corinthians é o time mais popular, são mais de 1,8 milhões de alvinegros.[122][123]

    Fora das regiões Sul/Sudeste, o Corinthians consolida-se como segundo time mais popular do país.[121] Na soma das regiões Centro-Oeste e Norte, os corintianos também ficam com o segundo posto de torcida mais popular.[121] O mesmo acontece no Nordeste brasileiro.[121] Os corintianos têm forte presença de torcedores em Estados como Pernambuco (segundo pesquisa Ibope/2010, são quase 700 mil torcedores, que só perdem para os três times locais: Sport Recife, Santa Cruz e Náutico; já o DataFolha coloca como a segunda maior torcida do Estado),[124][125] Ceará (com mais de 500 mil torcedores e atrás de Fortaleza, Ceará e Flamengo)[126][127] e Bahia (com mais de um milhão de torcedores, que só perdem para Bahia, Vitória e Flamengo)[17]

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  55. Sócio-torcedorLançado em fevereiro de 2008, o programa de sócios-torcedores do Timão - chamado de "Fiel Torcedor" - ultrapassou os 70 mil membros em agosto de 2010.[128] O plano prevê, por exemplo, descontos na aquisição de ingressos para jogos em que o Corinthians for mandante.

    [editar] Torcidas organizadas
    Torcidas organizadas proporcionam um espetáculo à parte nos estádios, levando faixas, bandeiras e sinalizadores.O Corinthians tem como principais Torcidas Organizadas a Gaviões da Fiel, a Camisa 12, a Pavilhão 9 e a Estopim da Fiel.

    Fundada em 1969, a Gaviões da Fiel é a maior delas e possui mais de 90 mil sócios.[129] Gaviões e Camisa 12 têm rivalidade história, pois a segunda nasceu de uma divisão entre diretores da primeira, dois anos depois da fundação da Gaviões.[130] Hoje, existe uma divisão por razões políticas dentro da própria Gaviões da Fiel.

    Em jogos do clube como mandante, as quatro maiores torcidas corintianas cantam geralmente suas próprias músicas. Mais numerosa organizada, as letras cantadas pelos integrantes da Gaviões da Fiel sobressaem-se sobre as demais torcidas uniformizadas corintianas e constumam ser acompanhadas pelos outros torcedores, normalmente não-vinculados a qualquer facção, espalhados pelo estádio.[130]

    Fora do estádio, as organizadas têm participando efetivamente da vida político-administrativa do Corinthians. Um dos casos mais notórios desta participação ocorreu na queda de Alberto Dualib, na década de 2000, que estava há mais de 15 anos no poder corintiano.[115]

    [editar] Rivalidades históricasDerby Paulista
    Ver artigo principal: Derby Paulista

    Partida entre Palestra Itália e Corinthians realizada no Estádio Palestra Itália nos Anos 20Corinthians e Palmeiras (antigo Palestra Itália) mantêm uma das mais antigas rivalidades do futebol brasileiro.[131] O clássico entre os clubes é conhecido como "Derby Paulista". O termo foi criado pelo jornalista Thomaz Mazzoni, de A Gazeta Esportiva, por ser um jogo difícil de apontar o vencedor, como eram as corridas de cavalo disputadas em Epsom (no Reino Unido), chamada de "Derby". O primeiro confronto entre Palestra Itália (o nome Sociedade Esportiva Palmeiras só foi adotado em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial) e Corinthians, aconteceu 6 de maio de 1917, houve vitória palestrina por 3 a 0. Já a primeira vitória do Corinthians aconteceu na sexta partida entre os dois times, disputada em 3 de maio de 1919. Os corintianos venceram por 3 a 0 no estádio da Floresta, com gols de Américo, Garcia e Roverso.[132] Há de se destacar a maior goleada no derby aconteceu em 12 de novembro de 1933, onde o Palestra Itália venceu por 8 a 0 o Corinthians em partida válida simultaneamente pelo Campeonato Paulista e pelo Torneio Rio-São Paulo daquele ano. A maior derrota sofrida pelo Corinthians em toda a sua história. O Palmeiras é o adversário que mais enfrentou o Corinthians, assim como o Corinthians é o time que mais enfrentou o Palmeiras. Entre estes confrontos, algumas decisões de estaduais (Campeonato Paulista), regionais (Torneio Rio-São Paulo) e nacionais (Campeonato Brasileiro), além de duelos decisivos na (Taça Libertadores da América). Segundo a rede norte-americana CNN, é nono clássico de maior rivalidade no mundo,[133] enquanto a revista Trivela classificou-o como segundo maior do Brasil.[134

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  56. Majestoso
    Ver artigo principal: Majestoso
    Outra grande rivalidade no futebol paulista é o clássico entre Corinthians e São Paulo Futebol Clube. O duelo é conhecido como "Majestoso", alcunha também dada pelo jornalista Thomaz Mazzoni. O primeiro jogo entre as duas equipes (na época, os são-paulinos eram o São Paulo da Floresta) ocorreu no Estádio Alfredo Schürig (Fazendinha), em 25 de maio de 1930, e acabou vencido pelos corintianos pelo placar de 2 a 1. Como São Paulo Futebol Clube, a primeira partida ocorreu em 1936, também na Fazendinha e com nova vitória corintiana, desta vez por 3 a 1 (três gols de Teleco). Contra o São Paulo, o Corinthians decidiu vários estaduais, além da final do Campeonato Brasileiro de 1990 e o Torneio Rio-São Paulo de 2002.

    Clássico Alvinegro
    Ver artigo principal: Clássico Alvinegro
    O clássico mais antigo do futebol paulista é o jogo entre Corinthians e Santos, chamado de "Clássico Alvinegro" em referência às cores dos dois clubes. O primeiro duelo entre as equipes aconteceu em 22 de junho de 1913, no Parque São Jorge (que à época não pertencia aos corintianos, e acabou em 6 a 3 para o time do litoral. A primeira vitória corintiana veio no quarto confronto, em 26 de agosto de 1917, por 3 a 0, no Estádio da Vila Belmiro. Em decisões de campeonato, os dois alvinegros mediram forças algumas vezes pelo Campeonato Paulista e uma vez pelo Campeonato Brasileiro, de 2002.

    [editar] Futebol profissional Ver página anexa: Anexo:Relação de futebolistas do Sport Club Corinthians Paulista por ano

    Marcelinho Carioca, ídolo do passado, foi o embaixador do centenário corintiano.Em sua história, o Corinthians sempre teve grandes jogadores no futebol, entre eles estão os brasileiros: Idário (revelado nas categorias de base do Corinthians), Biro-Biro (foi um dos maiores jogadores da década de 80), Neto (o xodó da fiel, conquistou o primeiro Campeonato Brasileiro do clube), Casagrande (revelado nas categorias de base do clube), Sócrates (um dos idealizadores da democracia corintiana), Vampeta (conquistou títulos como Campeonato Brasileiro 1998 e 1999, Campeonato Paulista 1999 e 2003, Mundial de Clubes 2000, Torneio Rio-São Paulo 2002 e Copa do Brasil 2002), Marcelinho Carioca (conquistou inúmeros títulos pelo Corinthians, um dos maiores jogadores da história do clube), Ronaldo (Campeonato Paulista 2009 e Copa do Brasil 2009) entre outros. Dentre os jogadores internacionais que mais se destacaram na história do Corinthians estão: Gamarra Campeonato Brasileiro 1998 e Campeonato Paulista 1999), Rincón (Campeonato Brasileiro 1998 e 1999, Campeonato Paulista 1999 e Campeão Mundial 2000) e Carlitos Tevez (Campeonato Brasileiro 2005). Alguns treinadores se destacaram no Corinthians, como Carlos Alberto Parreira (deixou o comando do time para assumir a Seleção Brasileira em 2002, conquistou o último Torneio Rio-São Paulo e também a Copa do Brasil) e Mano Menezes (conquistou o Campeonato Brasileiro série B 2008, Campeonato Paulista 2009 e a Copa do Brasil 2009, deixou o comando do time em 2010 para comandar a seleção brasileira).

    [editar] Elenco atualListagem oficial do clube até o momento. Não são listados jogadores que não foram inscritos em competições oficiais.[135]

    Atualizado em 23 de fevereiro de 2011.

    Legenda
    : Capitão
    : Jogador contundido
    : Seleção brasileira

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  57. Goleiros
    Nº Jogador
    - Júlio César
    - Rafael Santos
    - Danilo Fernandes
    Defensores
    Nº Jogador Pos.
    - Chicão Z
    - Leandro Castán Z
    - Wallace Z
    - Diego Sacoman Z
    - André Vinícius Z
    - Paulo André Z
    - Vincent Bikana Z
    - Alessandro ² LD
    - Moacir LD
    - Marcelo Oliveira LE
    - Fábio Santos LE
    Meio-campistas
    Nº Jogador Pos.
    - Ralf V
    - Paulinho V
    - Moradei V
    - Bruno César M
    - Luis Ramirez M
    - Danilo M
    - Morais M
    Atacantes
    Nº Jogador
    - Dentinho
    - Willian
    - Edno
    - Jorge Henrique
    - Liédson
    - Taubaté
    Comissão técnica
    Nome Pos.
    Tite T

    [editar] Transferências em 2011Legenda
    : Jogadores que voltam de empréstimo
    : Jogadores emprestados


    Chegadas
    Pos. Jogador Clube anterior
    M Morais Bahia
    M Éverton Ribeiro São Caetano
    A Edno Botafogo
    LE Marcelo Oliveira Grêmio Prudente
    Z Wallace Vitória
    Z Diego Sacoman Ceará
    A Willian Atlético-PR
    M Luis Ramirez Universitario[136]
    LE Fábio Santos Grêmio
    A Liédson Sporting
    Saídas
    Pos. Jogador Clube de destino
    M Elias Atlético de Madrid
    Z William Aposentado
    A Souza Bahia
    V Boquita Bahia
    LE Dodô Bahia
    A Iarley Ceará
    M Eduardo Ramos Náutico
    A Otacílio Neto Noroeste
    Z Thiago Heleno Palmeiras
    Z Renato Figueirense
    Z Defederico Independiente
    V Edu Gaspar Sem clube
    G Bobadilla Olimpia
    LE Roberto Carlos Anzhi Makhachkala
    A Ronaldo Aposentado
    V Jucilei Anzhi Makhachkala
    M Éverton Ribeiro Coritiba








    [editar] Jogadores históricosGrandes jogadores que atuaram pelo Corinthians e se tornaram ídolo da fiel torcida:[137][138]

    Goleiros
    Dida
    Gilmar
    Ronaldo
    Tobias
    Tuffy
    Felipe
    Defensores
    Grané
    Idário
    Oreco
    Zé Maria
    Wladimir
    Del Debbio
    Ditão
    Domingos da Guia
    Gamarra
    Jaú
    Henrique
    Alessandro
    William
    Meio-campistas
    Biro-Biro
    Brandão
    Rincón
    Vampeta
    Basílio
    Carbone
    Luizinho
    Marcelinho Carioca
    Neto
    Mascherano
    Roberto Belangero
    Sócrates
    Ricardinho
    Servílio
    William Morais
    Atacantes
    Amílcar
    Baltazar
    Casagrande
    Cláudio
    Edílson
    Flávio
    Neco
    Palhinha
    Ronaldo Fenômeno
    Servílio
    Teleco
    Carlitos Tevez
    Viola
    Luizão
    Dinei
    Garrincha
    Liédson
    Jorge Henrique
    Dentinho

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  58. Treinadores destaque
    Oswaldo Brandão (Campeão do Torneio Rio-São Paulo 1953, 1954 e 1966 e Campeão Paulista 1954 e 1977
    Mano Menezes (Campeonato Brasileiro Série B: 2008, Campeonato Paulista: 2009 (Invicto) e Copa do Brasil: 2009
    [editar] Maiores AtilheirosJogadores que mais marcaram com a camisa do Corinthians.[139]

    1. Cláudio (1945-1957) 305 gols
    2. Baltazar (1945–1957) 267 gols
    3. Teleco| (1934-1944) 255 gols
    4. Neco (1914-1930) 235 gols
    5. Marcelinho Carioca (1994–1997, 1998-2001) 206 gols
    6. Servílio (1939-1949) 201 gols
    7. Luizinho (1948-1962, 1964-1967) 175 gols
    8. Sócrates (1978-1984) 172 gols
    9. Flávio (1965-1969) 170 gols
    10. Paulo (1954-1959) 146 gols
    [editar] Maior número de partidasJogadores que mais vezes atuaram com a camisa do Corinthians[140]

    1. Wladimir (1945-1957) 805 jogos
    2. Luizinho (1948-1962, 1964-1967) 604 jogos
    3. Ronaldo (1987-1998) 602 jogos
    4. Zé Maria (1914-1930) 599 jogos
    5. Biro-Biro (1978–1989) 589 jogos
    6. Vaguinho (1971-1979) 551 jogos
    7. Cláudio (1945-1957) 549 gols
    8. Olavo (1952-1961) 506 Jogos
    9. Rivellino (1965-1974) 473 jogos
    10. Idário (1949-1959) 468 jogos
    [editar] Departamento de Futebol ProfissionalAtualizado em 14 de fevereiro de 2010.:[141]
    [editar] Equipe Técnica 2010/11Treinador: Tite
    Auxiliar Técnico: Cleber Xavier, Geraldo Delamore e Fábio Carille
    Preparador Físico: Eduardo Silva
    Auxiliar de Preparação Física: Artur Inácio Ruschel e Shih Chien Chan Junior
    Treinador de Goleiros: Mauri Costa Lima
    Consultor Médico: Dr. Joaquim Grava
    Médico: Dr. Julio Stancati e Dr. Ricardo Galotti
    Fisioterapeuta: Bruno Mazziotti, José Alberto, Paulo Rogério e Caio Maurício
    Consultor de Fisiologia: Antônio Carlos Gomes
    Fisiologista: Guilherme Rodrigues e Antonio Carlos Fedato Filho
    Nutricionista: Christine Fernanda Machado Neves
    [editar] DiretoriaAtualizado em 15 de fevereiro de 2010.:[142]
    [editar] DirigentesPresidente: Andrés Sanchez
    1º Vice-Presidente: Roberto de Andrade Souza
    2º Vice-Presidente: Manoel Felix Cintra Neto
    Diretor de Futebol Profissional: Roberto de Andrade Souza
    Diretor de Finanças: Raul Corrêa da Silva
    Diretor de Patrimônio e Obras: Jorge Alberto Aun
    Diretor de Esportes Terrestres: Fausto Bittar Filho
    Diretor Administrativo: André Luiz de Olivera
    Diretor de Futebol Amador: Fernando Alba Braghiroli
    Diretor de Negócios Jurídicos: Sérgio Eduardo Mendonça de Alvarenga
    Diretor de Esportes Aquáticos: Oldano Gonçalves de Carvalho
    Diretor do Departamento Social: Waldir Rozante
    Diretor de Marketing: Luis Paulo Rosenberg
    Diretor Cultural : Duilio Noccioli Monteiro Alves
    Secretário Geral : Elie Werdo
    Assessor - Presidência: Jacinto Antonio Ribeiro
    Assessor - Presidência: Manoel Ramos Evangelista
    [editar] Títulos no futebol Ver página anexa: Títulos do Sport Club Corinthians Paulista
    Ver página anexa: Títulos individuais de futebolistas pelo Sport Club Corinthians Paulista

    Presidente Lula recepciona a equipe do Corinthians, campeã da Copa do Brasil de 2009.[editar] Mundiais Mundial de Clubes da FIFA: 1
    (2000)
    [editar] Nacionais Campeonato Brasileiro: 4
    (1990, 1998, 1999 e 2005)
    Copa do Brasil: 3
    (1995, 2002 e 2009)
    Supercopa do Brasil: 1
    (1991)
    Campeonato Brasileiro - Série B: 1
    (2008)
    [editar] Regionaisx Torneio Rio-São Paulo: 5
    (1950, 1953, 1954, 1966 e 2002)
    [editar] Estaduais Campeonato Paulista: 26
    (1914, 1916, 1922, 1923, 1924, 1928, 1929, 1930, 1937, 1938, 1939, 1941, 1951, 1952, 1954, 1977, 1979, 1982, 1983, 1988, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003 e 2009)

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  59. PatrocinadoresVer artigo principal: Anexo:Patrocinadores e fornecedores de material esportivo do Sport Club Corinthians Paulista
    A partir da década de 1980, a publicidade estava liberada nas camisas de futebol, mas o Corinthians não conseguia encontrar patrocinadores. Era o período da Democracia Corintiana, e a camisa estampou nas costas a frase "Dia 15, vote!", embalado pelas eleições diretas para governador em 1982.[96] Naquele mesmo ano, a empresa de material esportivo Topper exibia o seu logo no lado direito da camisa e, na final do Campeonato Paulista, contra o São Paulo, exibiu nas costas - como exigia a legislação da época - o patrocínio da Bombril. Em 1983, a Cofap foi a primeira marca a ocupar também a frente da camisa, a partir do Campeonato Paulista. Em 1984, para renovar o contrato do ídolo Sócrates, o clube contou com ajuda de uma empresa Corona, que assim conseguiu mantê-lo, mas, em troca, pintou um chuveiro na parte frontal da camisa.[96] A partir de 1985, passou a ser patrocinado pela Kalunga, em acordo que perdurou até 1994. Desde então, o clube mudou de patrocínio constantemente. Atualmente, o clube mantém um contrato com o "Grupo Hypermarcas", além de ter vendido outros espaços da camisa para outras empresas.

    Material Esportivo Período Fornecedor
    1982-1989 Topper
    1990-1994 Finta
    1995-1998 Penalty
    1999-2002 Topper
    2003-Atualmente Nike

    Patrocinador Período Patrocinador Principal
    1983 Cofap
    1984 Bic
    1984 Corona
    1985-1994 Kalunga
    1995-1996 Suvinil
    1997-1998 Excel
    1998 Embratel
    1999-2000 Batavo
    2000-2004 Pepsi
    2005-2007 Samsung
    2008 Medial Saúde
    2009 Visa
    2009 Batavo
    2010-Atualmente Neo Química












































































































































    O Corinthians na cultura popular
    Longametragem "Fiel" nas prateleiras da loja "Poderoso Timão".A importância do Corinthians faz-se presente também em registros culturais no cinema, na música e na literatura.

    No cinema, Amácio Mazzaropi homenageou o fiel torcedor com o filme "O Corintiano", de 1966. No século XXI, houve lançamento de documentários importantes sobre o clube. Em 2009 foram lançados "Fiel", documentário que retrata a queda e a ascensão do clube, da Série B para a Série A do Campeonato Brasileiro, sob a ótica de seus torcedores,[143][144] e "23 anos em 7 segundos – O fim do jejum corinthiano", documentário que reconstrói o fim dos 23 anos de jejum de títulos importantes do alvinegro.[145][146] Em 2010, ano do centenário do clube, foi lançado "Todo Poderoso: o Filme — 100 Anos de Timão", um documentário com farto material sobre a história do Corinthians.[147][148]

    Há dezenas de canções que homenageiam o Corinthians: "Corintiá" (de Gilberto Gil), "Amor Branco e Preto" (de Rita Lee e Arnaldo Baptista), "Bandeira do Timão" (de Elzo

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  60. No Site da Transportadora Transvalter e possível fazer o calculo de cubagem Online.

    Acesse http://www.transvalter.com.br/calculo-de-cubagem.html

    Grato

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  61. boa tarde vc tem alhuma programa que calcula cubagem.
    naudoaraujo@hotmail.com

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